O que recolhemos
Só há um sítio no site onde nos pode dar dados: o formulário no fim do cálculo do preço. Não há mais nenhum. Isto é tudo o que fica guardado quando o usa:
- Nome
- Para saber como lhe chamar na resposta.
- Para onde vai o orçamento. Ou o telemóvel — basta um dos dois.
- Telemóvel
- Opcional. Só se preferir que lhe liguemos.
- O orçamento que calculou
- O tipo de site, o número de páginas, o valor. Para sabermos do que estamos a falar quando respondermos.
- Endereço IP e paísrecolhido automaticamente
- Não o pedimos: vem com o pedido. Serve para travar quem enche o formulário de lixo — mais de seis envios por hora do mesmo sítio e o site deixa de aceitar.
- Data e horarecolhido automaticamente
- Para sabermos há quanto tempo está à espera de resposta.
Além disto contamos as páginas vistas, e está explicado a seguir. Não há mais nada: não há píxel de rede social, não há publicidade e não há rastreadores. Os tipos de letra estão neste servidor, não são pedidos à Google — por isso nem sequer o seu endereço IP chega a terceiros por essa via.
O contador de páginas
Sabermos que páginas as pessoas leem é o que nos diz se o site está a funcionar. Podíamos fazê-lo com uma das ferramentas do costume, que carregam um programa no seu navegador e o seguem. Não é o que fazemos.
A contagem é feita no nosso servidor, quando a página lhe é entregue. De cada visita fica registado isto, e mais nada:
- O site
- Qual dos sites que alojamos respondeu.
- O dia
- A data. Não a hora.
- A página
- O endereço da página dentro do site, sem o que vier depois do «?».
O que não fica registado: o seu endereço IP, o seu navegador, o seu país, de onde veio, que páginas viu antes ou depois, e nada que permita distinguir a sua visita da de outra pessoa. Não é criado nenhum identificador, não há cookie e não corre nenhum programa nosso no seu navegador.
A consequência honesta disto: o que sabemos são páginas vistas, não pessoas. Se abrir a mesma página duas vezes, contam duas. Não sabemos quantas pessoas nos visitaram — e preferimos um número mais pobre a um número que exija segui-lo.
Porque o guardamos
Porque nos pediu um orçamento. Guardar o nome e o contacto de quem pede um orçamento é o que permite responder-lhe — no Regulamento Geral de Proteção de Dados isto chama-se diligências pré-contratuais a pedido do próprio, e é o fundamento em que assentamos (artigo 6.º, n.º 1, alínea b).
Na prática: escreveu-nos a perguntar quanto custa, e nós precisamos do seu email para lhe dizer. Não é preciso mais justificação do que essa.
O que não fazemos com isso: não vendemos, não trocamos, não emprestamos, não juntamos a listas de terceiros e não o metemos numa newsletter que nunca pediu.
Durante quanto tempo
Enquanto a conversa estiver viva, e um tempo razoável depois — porque quem pede um orçamento em Março às vezes decide em Outubro, e é bom não ter de perguntar tudo outra vez.
Se não houver trabalho nenhum entre nós, apagamos. Se houver, as faturas e os documentos que lhes dizem respeito ficam pelo prazo que a lei fiscal obriga a guardar — não é escolha nossa.
E se quiser que apaguemos antes disso? Apagamos. Escreva-nos e está feito, sem lhe perguntarmos porquê e sem tentar convencê-lo do contrário.
Quem mais lhe toca
Três empresas, e nenhuma delas por gosto — são a canalização de que um site precisa para funcionar:
- Cloudflare — é onde o site está alojado e onde fica a base de dados com os pedidos de orçamento.
- Resend — é o serviço que entrega o email que nos avisa que escreveu. O seu nome e contacto vão dentro desse email.
- Google — só na auditoria gratuita, e só o endereço do site que escrever. Explicado já a seguir.
Nenhuma delas usa os seus dados para fim próprio: fazem o trabalho que lhes pedimos e mais nada. Ambas as primeiras são empresas com sede nos Estados Unidos, o que significa que os dados podem ser tratados fora da União Europeia ao abrigo dos mecanismos legais previstos para essas transferências.
A auditoria gratuita
A auditoria é o único sítio do site que fala com um terceiro em tempo real, e merece ser dito com todas as letras.
Quando escreve o endereço de um site, esse endereço é enviado à Google — é a ferramenta PageSpeed Insights que faz a análise, não somos nós. Guardamos o resultado durante seis horas, com o endereço analisado como etiqueta, para que analisar o mesmo site duas vezes seguidas não repita o trabalho todo. Passadas as seis horas desaparece sozinho.
Não lhe pedimos contacto nenhum para correr a auditoria, e não lhe enviamos nada por causa dela. O endereço de um site é público por definição — mas se o que lá escrever for de outra pessoa, saiba que passa pela Google na mesma.
O que pode exigir
São direitos que a lei lhe dá, mas isto não é uma formalidade: um email chega, e não precisa de invocar artigo nenhum nem explicar-se.
- Saber o que temos sobre si — pedimos-lhe uma cópia de tudo.
- Corrigir o que estiver errado.
- Apagar tudo, salvo o que a lei fiscal nos obrigue a manter.
- Levar consigo os seus dados num ficheiro que sirva noutro lado.
- Opor-se a que os usemos, e retirar o que tiver consentido.
Se lhe respondermos mal, ou não respondermos de todo, pode apresentar queixa à Comissão Nacional de Proteção de Dados. Preferimos que fale primeiro connosco, mas o direito é seu.
Falar connosco
Para tudo o que está nesta página — perguntas, correções, apagar o que for — escreva para [email protected]. Respondemos em dias úteis.
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